Pular para o conteúdo principal

Como o medo de errar me sabota

Eu me saboto. Eu tenho medo de errar. E me saboto. 
Eu sei o que fazer, onde procurar, tenho ideias pra dar e vender, sei a teoria de cor e salteado, mas, como faço para aplicar? 
Ai é que são elas, a mente da branco e o corpo enrijece. Me torno uma criança dependente, mesmo capaz de tomar decisões. 
Mas, eu sei tomar decisões! Se for necessário eu assumo o pato, eu faço o meu trabalho, mas, acho constantemente que não estou dando conta do recado.
Se o dia tem 24h, o Deus do tempo que me perdoe porque todo dia o meu parece que tem 12h.
Eu olho pra quem tem sucesso e me pergunto, como? Não por inveja, mas, curiosidade. Como parecem ser tão leves? É performance ou é verdade? De onde vem tanta coragem? 
Talvez o erro seja meu, que de tanto medo de errar - erra tentando acertar...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Marketing Miojo

Final de semana passada tive um debate interessante com outras profissionais da comunicação e uma das coisas em que concordamos é que os processos de campanhas de marketing como conhecíamos está acabando e com isso aumenta a exigência de um serviços de alta demanda, rápido e de altíssima qualidade, o que honestamente é humanamente impossível. Onde foram parar os processos com prazos razoáveis, funções bem definidas e  humanização das marcas? Me pergunto: "afinal as empresas buscam fazer um marketing estratégico ou miojo?", frases como "faz um post rapidinho", ou, "é só uma arte simples", "isso minha sobrinha faz em 3 minutos!", nos mostra aspectos preocupantes para os profissionais da área de comunicação, a respeito da perspectiva e mentalidade de quem contrata esse serviço.  Já ouvi que parte da culpa disso tudo é da IA, mas, não vejo dessa maneira. Até porque, a IA é uma ferramenta que se bem utilizada nos ajuda muito. Otimiza tempo e recursos....

Em outra vida eu serei a sua garota...

  Eu ouvi por ai que um "quase" ou "e se" dói mais do que um "não" concreto.  Os "quase's" e "e se's" são basicamente não's que achamos que talvez poderiam dar certo e o que dói é nunca da para cravar uma certeza nesses casos, é uma porta entreaberta com inúmeros entulhos obstruindo a passagem. É frustrante quando acreditamos em algo que poderia dar certo, mas, não deu. A sensação de perda é evidente e ter que olhar para a realidade é cruel. Uma vez eu me apaixonei por um menino quando estava no ensino médio, ele era o garoto dos meus sonhos, mas, na época eu já havia conhecido uma pessoa. Essa pessoa que estava me relacionando não era exatamente o que eu sonhava, mas, dizia que gostava de mim - em contrapartida me tratava como um objeto e até cometia atos de abuso - porém, eu estava cega a uma visão limitada baseada na minha baixa autoestima.   O garoto dos meus sonhos e eu rapidamente ficamos amigos, era óbvio que eu me se...